quinta-feira, 3 de julho de 2014

[POESIA] Morta pelas palavras (e viva por elas)

Já consigo sentir a paralisia
Congelo-me pouco a pouco
De que valeu-me a euforia
Se a morte chega enfeitiçada por um sopro?

Todo mundo morre levemente após viver muito
Morre de tristeza, morre de alegria
Morre de cansaço, de rir ou de chorar
Morre de medo, de arrependimento ou de agonia.

E você? Morreu de que?
Ao encontrar-se sozinho, perdido e pedinte
Na busca eterna por amor e vinho, amizades e livros com café
Perdendo-se cada vez mais pelo caminho seguinte
Em meio as sombras que te levam com a maré.

Afogo-me nesse cobertor de palavras
Ressuscito mais uma vez
Vomito todas essas podres entranhas
Tentando encontrar ar, respirar talvez.

Eternamente inatingível é a felicidade eterna
Desfaleço continuamente
Após cada sorriso desprezível
Sufoquei-me em minha própria mente.

(Jenifer Alana dos Santos)

Aproveitando o poema de um concurso que participei no ano passado pra dizer que este ano minha professora abriu inscrições para ex-alunos e já estou quebrando a cabeça pra fazer um novo no meio de tanta coisa pra fazer (estudar pra provas, trabalhos, portfólio...).
Felizes que voltei a postar? Contem maaaais! O que acharam da minha ideia sobre escrever as receitas? Estou me sentindo influenciada pela faculdade hahaha.

*Credite se usar, a escritora agradece*

Contatos:conte1001blablablas@hotmail.com
conte1001blablablas@gmail.com
tt: @1001Blablablas
ask:@Jenyyys

Nenhum comentário:

Postar um comentário